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Maio Laranja – Rio Paranaíba promove Movimento para Combater o Abuso e Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes

Escrito porem 8 de setembro de 2019

A Secretaria de Desenvolvimento Social, junto com o CRAS, Conselho Tutelar,  e o Projeto Participa da UFV-CRP, promovem nesse sábado, 18 de maio, uma movimentação para alertar a população sobre os abusos sexuais de crianças e adolescentes. Na ocasião serão entregues panfletos com informações sobre como  e onde denunciar o ato de abuso ou exploração sexual. 

Durante toda essa semana equipes da organização do evento estarão visitando as escolas de todo o município, entregando o material de orientação e convidando para participarem do dia de conscientização que acontece nesse sábado de 08 às 12:00 h na praça Matriz. Na ocasião a secretaria de saúde estará presente atualizando as vacinas de toda a população. No local também terão pula-pula, brincadeiras, algodão-doce, pipoca e muita diversão para a criançada. Haverá ainda orientação sobre o Bolsa Família e o BPC (Benefício de Prestação Continuada).

Segundo o site da  Agência Brasil, o total de denúncias relacionadas a crianças e adolescentes foi de 84 mil em 2017 e 76,2 mil em 2018. O número de denúncias de violação de direitos de crianças caíram cerca de 10% em 2018, mas ainda são altos. Vale lembrar que muitos casos não são levados ao conhecimento dos orgãos de proteção. 

Disque 100, sistema de atendimento telefônico criado pelo Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos é peparado para receber reclamações de violações de direitos humanos sobre diversos temas, inclusive abusos infantis. 

Dentre as denúncias recebidas em 2018, mais de 17 mil foram de violência sexual envolvendo crianças e adolescentes. Destas, 13,4 mil foram de abuso sexual e 3,6 mil de exploração sexual. O abuso abrange violações de cunho sexual com meninos e meninas. Já o termo exploração é usado quando essa prática envolve algum ganho financeiro por parte do autor.

No recorte por gênero de denúncias de abuso sexual, em 73,4% dos casos a vítima era menina e em 18,6%, menino. Já nas ligações comunicando exploração sexual, a proporção foi de 75% de vítimas do gênero feminino e 12% do gênero masculino.

Damares Alves,ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos do governo, chamou a atenção para o perfil dos autores das agressões: mais de 70% são parentes, como pais, mães e padrastos; evidenciando a ocorrência de parte importante desses episódios dentro de casa.

Matéria:  Raquel Marim com da dados do site  Agência Brasil


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